
A educação e a disciplina, tem como fundamento nos tornar discípulos de seu sistema de idéias e conceitos, com o objetivo de que a cada dia que passemos sob o efeito do “boa noite Cinderela” – artimanha usada pela vida em nos dopar a ponto de nos deixar sem condição de argumentar a nosso favor e, se quer, de nos mantermos de pé (ris ris ris) – se concretize a idéia de que: para nosso bem-estar nos tornemos seres de fácil manuseio com seus ensinamentos autoritários e repressores de nosso ânimo em viver. Com a transposição do natural ao artificial, seus hábitos dissimulado pelo direcionamento social com o qual convivemos em maior parte de nossa vida ou enquanto mantínhamos-nos sob tais costumes, muitas vezes acabamos por cair nessa arapuca chamada família. Sendo assim, vamos em direção ao regresso mental, e nos prendemos as mesmas idéias e costumes que vieram sendo conservados dentro da família a gerações. Família, regras e hereditariedade, fatores terminantes em coibir a nossa vontade própria, ou livre escolha, em defender nosso ponto de vista sobre a estrutura histórica social atual que mantém de pé essa eclosão econômica e social em nossas vidas, responsável pelos distúrbios dentro e fora do nosso intimo universo.
A importância na valorização de nossas idéias sobre determinadas questões é de por em relevância casos omitidos por sua própria origem - a civilização - a respeito de sua cultura e tradições, e principalmente sobre os meios pelos quais percorre-se a fim de justificar o efeito final de seus atos, e o motivo pelo qual continua a agir como: o tiro e o alvo. Partindo de que, a alienação é afetuosa para poucos - esses seriam as pessoas que mistificam ou endeusam suas crenças afim de preservar e persuadir não só a si mesmo como as outras pessoas de que qualquer outro tipo de opinião que se contraponha a seu ideal é de qualquer forma deprimente quando posta em prática. As idéias contrárias são fortemente oprimidas com o objetivo que nos sujeita em abdicarmos-nos de toda outra forma que retruca o seu desígnio ideológico. Alienação respira em nossos costumes, em nossas tradições e em nossas idéias, alienação não está restritamente ligada apenas ao fato de nos prendermos em um mundo no qual circula informações que melhor nos agrada, pois alienação é a falta de impulsividade do natural e a ausência do anseio critico encima do incômodo e do que nos convém. Chega a ir mais além o conceito de “alienação”, seria não somente a falta de discernimento dos fatos que constrói/destrói o cotidiano, mas também seria o fato de nossas ações práticas serem executadas sempre com base em um mesmo plano, sob as mesmas regras e em uma perspectiva única. Agir automaticamente, condicionado a uma cadeia de sistemas destrutivos e viciosos culpado pelo no que se resulta, no ápice infortunado pela a alegria artificial – por se completar com a artificialidade materialista, ao invés do natural. Máquinas com um comportamento correspondente no que se diz em seu manual, incansavelmente mostrando-se ser a configuração atual da vida humana. Coordenadas por uma força matriz, coagindo seu funcionamento(comportamento) de igual para igual entre elas, as máquinas.
A educação rege a economia, estreita a relação “do viver “ e “do consumir”, singulariza cada vez mais a importância da apropriação irracional de bens desnecessário a essa vida temporariamente desvalorizada por seu próprio bem-estar. Ensinados sobre a importância da existência de uma sociedade, e de estarmos inseridas nela, e que para que sejamos ou façamos algo significativo temos que manter uma relação pacifica com a sociedade, pois ela é o intermédio entre a ética e o dinheiro, e se por acaso for de nossa vontade ser proprietário de uma concentração demasiada de dinheiro - em sua matéria bruta ou transformado em mercadorias de pequeno, médio ou grande porte – devemos manter essa relação podre entre o falso, o justo e o autoritário. Uma vida abreviada em regras, tradições e cultura. Família um mal de todos os séculos.
A importância na valorização de nossas idéias sobre determinadas questões é de por em relevância casos omitidos por sua própria origem - a civilização - a respeito de sua cultura e tradições, e principalmente sobre os meios pelos quais percorre-se a fim de justificar o efeito final de seus atos, e o motivo pelo qual continua a agir como: o tiro e o alvo. Partindo de que, a alienação é afetuosa para poucos - esses seriam as pessoas que mistificam ou endeusam suas crenças afim de preservar e persuadir não só a si mesmo como as outras pessoas de que qualquer outro tipo de opinião que se contraponha a seu ideal é de qualquer forma deprimente quando posta em prática. As idéias contrárias são fortemente oprimidas com o objetivo que nos sujeita em abdicarmos-nos de toda outra forma que retruca o seu desígnio ideológico. Alienação respira em nossos costumes, em nossas tradições e em nossas idéias, alienação não está restritamente ligada apenas ao fato de nos prendermos em um mundo no qual circula informações que melhor nos agrada, pois alienação é a falta de impulsividade do natural e a ausência do anseio critico encima do incômodo e do que nos convém. Chega a ir mais além o conceito de “alienação”, seria não somente a falta de discernimento dos fatos que constrói/destrói o cotidiano, mas também seria o fato de nossas ações práticas serem executadas sempre com base em um mesmo plano, sob as mesmas regras e em uma perspectiva única. Agir automaticamente, condicionado a uma cadeia de sistemas destrutivos e viciosos culpado pelo no que se resulta, no ápice infortunado pela a alegria artificial – por se completar com a artificialidade materialista, ao invés do natural. Máquinas com um comportamento correspondente no que se diz em seu manual, incansavelmente mostrando-se ser a configuração atual da vida humana. Coordenadas por uma força matriz, coagindo seu funcionamento(comportamento) de igual para igual entre elas, as máquinas.
A educação rege a economia, estreita a relação “do viver “ e “do consumir”, singulariza cada vez mais a importância da apropriação irracional de bens desnecessário a essa vida temporariamente desvalorizada por seu próprio bem-estar. Ensinados sobre a importância da existência de uma sociedade, e de estarmos inseridas nela, e que para que sejamos ou façamos algo significativo temos que manter uma relação pacifica com a sociedade, pois ela é o intermédio entre a ética e o dinheiro, e se por acaso for de nossa vontade ser proprietário de uma concentração demasiada de dinheiro - em sua matéria bruta ou transformado em mercadorias de pequeno, médio ou grande porte – devemos manter essa relação podre entre o falso, o justo e o autoritário. Uma vida abreviada em regras, tradições e cultura. Família um mal de todos os séculos.
Um comentário:
a questão é bem essa, o enquadramento mediante, digamos assim, um metodo repressor camuflado é uma das formas mais eficazes de controle das liberdades individuais e isso se torna cada vez mais "necessario" pra os governos, devido ao aumento desproporcional da população no sec.XX e no inicio de sec.XXI. Para manter a civilização os governos terão que caminhar para regimes totalitarios de supressao das liberdades individuais, mas os mecanismos/ferramentas utilizados nao serao as torturas, mas sim pelo mecanismo do controle mesmo, tipo alienaçao do trabalho, controle atraves da midia... bem o que Aldous Huxley preveu no Admiravel Mundo Novo, recomendo voce ler viu Pedrinho?
Abraços... nem va dizer q eu escrevi q nem um nojento, foi só pra exercitar o discurso..eheh, que nojentice
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