
Qual seria a razão de continuarmos a nos movermos desgovernadamentea não ser a de promover situações que a suicídio da racionalidade humana, algo que necessitamos por natureza. Por saberem até onde vai a sua liberdade – estagnação causada por motivos diversos oriundos de toda forma sistematizada de vida proposta por nossa existência. Ao pé da letra sabemos que liberdade é algo muito além do que podemos enxergar. Atravessa horizontes que nem imaginamos a sua existência.
A necessidade que vejo de provocarmos a nós mesm?s e fazer com que exploda a nossa natureza – que chamamos de “espontaneidade” – é que nos tornemos autêntic?s, únic?s, longe de ser esse personagem criado sob designo da civilização.
A idéia alienante da improdutividade provoca o que chamamos de ociosidade – motivo que explica a comodidade conformista que subtrai todo posicionamento oposto a uma idéia. Logo passamos a viver sobre a inércia onde o funcionamento crítico acaba por se tornar inválido. Existe várias formas de movermos com o comportamento social, levando-nos a crer que ainda possa existir um futuro sólido com base nas expectativa criadas por nossas ações. Acredito que podemos causar, transtornar com o psicológico de forma direta ou indireta, as tão chamadas “mensagens subliminares”. Usando objetos difundidos da própria realidade e transformando-os em intermédio para levar as pessoas a questionarem seu conturbado cotidiano vivo pela rotina, e terem chance de criarem uma opinião própria. A importância de promover o questionamento nas pessoas, é de que elas revitalizem seu senso crítico. Acho que uma forma subliminar , seria algo ligado ao cotidiano, algo que funcionasse contrapondo-se ao habito que nos torna apáticos diante os fatos aqui(sociedade) vivenciados.
Provocando a tod?s e fazendo(talvez) com que se preocupem em adivinhar com o comportamento das coisas, se prendendo aos “porquês”. E apartir daí poderem tirar conclusões que talvez não pudessem ser alcançadas, caso não houvesse uma intervenção das idéias contrarias. Seria uma forma de mostrar o quanto as pessoas deixamde viver e passam a sobreviver obrigatoriamente sob julgo difundido de uma cultura socioeconômica. Levando a crerem que somos o aquilo que vestimos, comemos, ou até mesmo $entimo$. Pois, para mim somos aquilo que produzimos de LIVRE e ESPONTANEA vontade, desobedecendo a regras e a padrões.
Outra forma seria atingir diretamente a tod?s, como costumamos fazer em manifestações. Não estou dizendo para sairmos ateando fogo em determinados locais, e sim de toda forma de expandir o incomodo que estamos sentindo, e provocar outras pessoas a fazerem o mesmo. Use seu apito não para mostrar que você tem fôlego ou que você estar ali presente, pois se quiséssemos saber a potencial do seu fôlego preferíamos que isso fosse comprovado de forma mais prazerosa, nos levando ao ápice do orgasmo.Use sua voz se for preciso, mas use sua força mesmo que seja desnecessário, eu acredito em todo tipo de radicalismo voltado à idéia de conturbar o imaginário físico das pessoas.
Questionar, o até então, inquestionável. Por respostas a seu favor seria a pior forma de cumplicidade a ser mantida como um “funcionamento sistematizado do livre arbítrio” na sociedade. Onde palavras tem pesos diferentes, onde será levado em consideração seu currículo. Palavras amedrontarão o nosso imaginário, nos pondo contrapartida do raciocínio. Antes dela, diria que deveríamos dá uma maior importância a expressão pelo sentimento rancoroso que reprimimos e o tornamos sinônimos da irracionalidade. Carinhosamente o apelidaram de “ódio”. Brigar entre amig?s, muitas vezes vai além da inimizade, atingindo o ponto de partida a algo mais sólida que a própria amizade. Brigar seria por para fora toda raiva reprimida, contida, omitida? Sim. Para isso servem os amig?s.
È a maneira mais coerente que até hoje percebi que tem a capacidade de nos reciclar sem que percamos nossa essência.
Então se existe um meio de diversão que pouc?s conhecem, esse seria a violência não repressora.
