sexta-feira, 16 de março de 2007

meu pombo da vista alegre


Qual seria a razão de continuarmos a nos movermos desgovernadamentea não ser a de promover situações que a suicídio da racionalidade humana, algo que necessitamos por natureza. Por saberem até onde vai a sua liberdade – estagnação causada por motivos diversos oriundos de toda forma sistematizada de vida proposta por nossa existência. Ao pé da letra sabemos que liberdade é algo muito além do que podemos enxergar. Atravessa horizontes que nem imaginamos a sua existência.

A necessidade que vejo de provocarmos a nós mesm?s e fazer com que exploda a nossa natureza – que chamamos de “espontaneidade” – é que nos tornemos autêntic?s, únic?s, longe de ser esse personagem criado sob designo da civilização.

A idéia alienante da improdutividade provoca o que chamamos de ociosidade – motivo que explica a comodidade conformista que subtrai todo posicionamento oposto a uma idéia. Logo passamos a viver sobre a inércia onde o funcionamento crítico acaba por se tornar inválido. Existe várias formas de movermos com o comportamento social, levando-nos a crer que ainda possa existir um futuro sólido com base nas expectativa criadas por nossas ações. Acredito que podemos causar, transtornar com o psicológico de forma direta ou indireta, as tão chamadas “mensagens subliminares”. Usando objetos difundidos da própria realidade e transformando-os em intermédio para levar as pessoas a questionarem seu conturbado cotidiano vivo pela rotina, e terem chance de criarem uma opinião própria. A importância de promover o questionamento nas pessoas, é de que elas revitalizem seu senso crítico. Acho que uma forma subliminar , seria algo ligado ao cotidiano, algo que funcionasse contrapondo-se ao habito que nos torna apáticos diante os fatos aqui(sociedade) vivenciados.

Provocando a tod?s e fazendo(talvez) com que se preocupem em adivinhar com o comportamento das coisas, se prendendo aos “porquês”. E apartir daí poderem tirar conclusões que talvez não pudessem ser alcançadas, caso não houvesse uma intervenção das idéias contrarias. Seria uma forma de mostrar o quanto as pessoas deixamde viver e passam a sobreviver obrigatoriamente sob julgo difundido de uma cultura socioeconômica. Levando a crerem que somos o aquilo que vestimos, comemos, ou até mesmo $entimo$. Pois, para mim somos aquilo que produzimos de LIVRE e ESPONTANEA vontade, desobedecendo a regras e a padrões.

Outra forma seria atingir diretamente a tod?s, como costumamos fazer em manifestações. Não estou dizendo para sairmos ateando fogo em determinados locais, e sim de toda forma de expandir o incomodo que estamos sentindo, e provocar outras pessoas a fazerem o mesmo. Use seu apito não para mostrar que você tem fôlego ou que você estar ali presente, pois se quiséssemos saber a potencial do seu fôlego preferíamos que isso fosse comprovado de forma mais prazerosa, nos levando ao ápice do orgasmo.Use sua voz se for preciso, mas use sua força mesmo que seja desnecessário, eu acredito em todo tipo de radicalismo voltado à idéia de conturbar o imaginário físico das pessoas.

Questionar, o até então, inquestionável. Por respostas a seu favor seria a pior forma de cumplicidade a ser mantida como um “funcionamento sistematizado do livre arbítrio” na sociedade. Onde palavras tem pesos diferentes, onde será levado em consideração seu currículo. Palavras amedrontarão o nosso imaginário, nos pondo contrapartida do raciocínio. Antes dela, diria que deveríamos dá uma maior importância a expressão pelo sentimento rancoroso que reprimimos e o tornamos sinônimos da irracionalidade. Carinhosamente o apelidaram de “ódio”. Brigar entre amig?s, muitas vezes vai além da inimizade, atingindo o ponto de partida a algo mais sólida que a própria amizade. Brigar seria por para fora toda raiva reprimida, contida, omitida? Sim. Para isso servem os amig?s.

È a maneira mais coerente que até hoje percebi que tem a capacidade de nos reciclar sem que percamos nossa essência.

Então se existe um meio de diversão que pouc?s conhecem, esse seria a violência não repressora.

domingo, 11 de março de 2007

sinto cheiro de merda =]


Nem lembro quantos dias se passaram, tô falandu de uma madrugada que sem querer eu e vicente durmimus na rua, por não ter mais onibus pra gente. Enquanto vicente durmia e eu ficava acordado para vigiar as nossas vidas, tentando escapar das artemanhas dos saci, com olhos bem abertos e com a barriga duendo de tanta merda que nela tinha. Entao chega o momento que não suporto mais segurar ?s moren?s, entao fui pra traz do ponto de onibus agachei-me tira os shortes que vestia e timbuft! Caguei quase tudo de vez em segundos, foi um alívio muito bom, entao o que eu temia chegou, o momento de me vestir com a bunda toda meleda.
Vicente resolve acordar, quando ele acorda ele pedi pra ir dormir no banco em que eu tava pq o banco que ele tava dormindo tava ruim, pq a catinga da bosta tava incomodandu ele, entao tive a idéia de cobrir minha mão com um saco plástico e retirar a merda que eu fiz(hehehe). Quando apanhei a merda, fui levar prum outro lugar longe dalí, mas como eu sou uma criança muita idiota tive a idéia de pegar a merda que tava dentro do saco e melar o ponto de onibus que tinha do lado do nosso(onde dormiamos). Nele tinha a propagando da "OI", aproveitei pra passar merda no "OI" e na cara de uma menina que fazia parte da propaganda. Depois melamos os bancos do ponto de onibus com o rstinhos de merda que sobrou no saco plastico, logo após vicente foi lá e fez xixi no banco também.
Depois resolvemos ir andando pruma praça onde talvez fosse segura dormir lá. Chegando lá ficamos na companhia de cachorros que latiam a cada passo que davamos e a companhia de um mendigo que falava sozinho sentado em frente a igreja, entao resolvemos dormir - aaaaasim, lembrei que teve um momento em que uma senhora junto com um rapaz sairam pra passear com seus cachorros se naum me engano era dois rotvali, e vicente depois falow que ele achava que a senhora e o rapaz soltariam os cachorros pra nos morder(hehehe). E quando menos espera somos acordados com um balde de água vindo la do céu, começou a chover. Fomo correndo desorientados procurando algum abrigo... ai sentamos perto da igreja, fedia a barata.. a um monte de porra. Caralho o que vou falar aqui não tem relação a essa historia, mas é que dois carecas aqui me adcionaram numa conversa no msn, tava tudo bem, eles tinham que estragar meu dia..
Voltando, ai resolvemos ir em busca de um lugar melhor para durmirmos, né que achamos um lugar perfeito apesar da localização se rum tanto estranha, mas era coberto e não fazia tanto frio. Amanheceu, depois fomos pro centro assistir filmes com pessoas queridas - uma delas era paula, uma menina que amo muito.
Depois disso tudo, hoje mais cedo fui recebido com uma noticia que realmente não me deixou nada feliz... uma pessoa que toca na mesma banda que eu, escreveu uma letra nos criticando, criticando a nossa liberdade de fazermos o que quiser durante a madrugada já que esse é o momento em que os medrozos se escondem, onde os conformados dormem, onde os pessimistas escrevem, onde os ociosos comem, onde os nada existem.
Chega de tanta malukice de minah parte, pois bem ai vai a tal letra feita por esse rapaz.
antes de colocar, beijo e abraço p/ paula, eu fiz uymas merdas - o que não é de se estranhar - aqui e acabei dexandu um clima chatao aqui entre a gente, mas vo tentar mudar isso..

aqui vai a letra, e absorvam o que quiserem

a intervenção faz parte da necessidade de fazer algo
mas nem tudo que intervem vem para a praticidade
ou até para a efetividade, estao a me dizer que se
sentem felizes e realmente uteis sendo futeis
se divirtam, percam noites, se atropelem
só não me peçam para que siga pelos rastros de merda que você deixou!