terça-feira, 20 de novembro de 2007

Shoplifters of the World united over


O consumo, um fator perdurável ao longo da história da civilização que deve ser desfragmentado para que, com exatidão, entenda-se sua lógica e o motivo pelo qual vem se desenvolvendo paralelamente com a civilização.
O mercado mundial tornou-se a esfera na qual as diversas civilizações que completam o planeta, desenvolvem-se. Toda e qualquer que seja a atitude tomada com relação a uma mudança impessoal ou restritamente voltada para a sociedade designam-se das condições financeiras permissíveis a tais mudanças, o que indica a capacidade de manter um padrão de vida estável. Ao comprar uma casa devem-se ser analisados com antecedência os gastos a serem investidos na manutenção da casa, assim também funciona com outros bens de consumo próprio.
Ao consumir determinado produto investe-se, indiretamente a ponto de vista comercial, em cima da empresa responsável pela produção do produto o qual se foi investido uma parcela do dinheiro pessoal adquirido mensalmente. O ato de investir significa está financiando e atribuindo mais recursos financeiros para que se possa manter aquele produto e sem ter quebra na margem de lucro.
O progresso cada vez mais rápido devido à demanda que vem crescido aceleradamente por motivo do aumento populacional, se expressa, em sua grande parte nas mudanças drásticas ambientais e sociais e no declínio de atividades econômicas sustentáveis.
Recentemente podem ser analisados os sistemas responsáveis pela nossa permanência (os agentes biológicos), estão se mostrando cada vez menos compatíveis com a demanda mundial. O forte avanço tecnológico impulsionando o crescimento industrial, que consequentemente acaba por avançar sobre áreas agricultáveis que poderiam,estas, suprir a necessidade primaria para que vivamos, a alimentação.
Progredindo tecnologicamente, é possível manter oculto os problemas ambientais. Os agentes biológicos são as principais fonte de renda mundial, uma vez que essa fonte se torne exaurível ou torne-se incapacitada de atender a essa grande demanda, isso acarretará em um colapso econômico que por vez resultará em um distúrbio social, devido à precariedade que se encontrará a grande maioria da população.
O consumo, desde que se foi presenciado a primeira ação de comercialização, tem o objetivo de esconder as necessidades básicas de uma sociedade para que não haja uma limitação e ou queda de lucro. Uma estratégia adotada pela lógica capitalista, o consumo é a principal ferramenta para que seja possível a existência desse sistema mercadológico cujo objetivo é o aumento anual do capital, independentemente da força e estratégia que será necessária para que se torne possível alargar a margem de lucro.
Um estudo é feito sobre as necessidades básicas de uma sociedade, e em cima desse estudo formatam-se meios para que novos “desejos de consumo” sejam introduzidos e faça com que aqueles produtos recém produzidos sejam o preenchimento e anseio da sociedade. E isso torna cada vez mais uma sociedade ociosa, pois, se é trabalhada a praticidade a qual será desempenhada determinada função após a aquisição de determinado produto, e isso enfraquece nosso raciocínio e reduz-nos cada vez mais a um robô, que atende a comandos e não tem capacidade de reproduzir suas vontades próprias sem que haja uma força maior para ajudá-lo. À medida que se consome, cria-se a necessidade de novos produtos, pois o consumo é um desejo passageiro – a partir do momento em que consome um vazio é preenchido temporariamente, mas no passar do tempo partiremos a novos anseios.
O consumo não só responde pelo distúrbio econômico como também pelo distúrbio social, é característica de uma sociedade o ladrão roubar para manter uma necessidade pessoal, essa necessidade liga-se ao consumo. Embora cada caso exista uma justificativa, o fato de que a sociedade se encontra produzindo seu próprio veneno, hoje em dia é possível entender o motivo pelo qual se tem presenciado tanto casos de assalto. A exclusão social criada pelo consumo, onde uma pequena parcela da população desfruta de regalias e ou oportunidade para a consumação desenfreada e de artigos de alto valor aquisitivo. E quando há demanda maior sobre um determinado produto, a tendência é que a sociedade (aqueles que tiverem um poder aquisitivo que o possibilite de comprá-lo) consuma-a, levando aquele produto a seu ápice, e a partir desse momento a sociedade passa a interagir inteiramente com a moda, onde as pessoas se sentirão excluídas por não estarem dentro daquele padrão estabelecido pela sociedade. A principal característica da moda é a facilidade que se tem em manejar o percurso pelo qual a sociedade tenderá a caminhar. Impondo regras que, consequentemente estabelece um padrão (de beleza ou outro tipo de padrão que também responda pela exclusão social) que nele estará incluso somente quem estiver de acordo com as regras estabelecidas pelo mesmo. Isso estimula o sentimento de inferioridade social, atribuindo suas fraquezas ao fato de está à margem da sociedade, sem perspectiva de mudança social por meios, digamos que, menos desonestos do que o próprio roubo, reconhecido pelo código penal como uma infração. O trabalho “rentável”.
O consumo desde os seus primeiros anos mostrou-se ser capaz de controlar uma nação, é um sentimento banalizado. Se compras estás financiando.
O primeiro passo para a desconstrução do capitalismo, seria, questionar o motivo pelo qual se está consumindo.

sábado, 28 de julho de 2007

Aonde nossa natureza se encaixa?


A educação e a disciplina, tem como fundamento nos tornar discípulos de seu sistema de idéias e conceitos, com o objetivo de que a cada dia que passemos sob o efeito do “boa noite Cinderela” – artimanha usada pela vida em nos dopar a ponto de nos deixar sem condição de argumentar a nosso favor e, se quer, de nos mantermos de pé (ris ris ris) – se concretize a idéia de que: para nosso bem-estar nos tornemos seres de fácil manuseio com seus ensinamentos autoritários e repressores de nosso ânimo em viver. Com a transposição do natural ao artificial, seus hábitos dissimulado pelo direcionamento social com o qual convivemos em maior parte de nossa vida ou enquanto mantínhamos-nos sob tais costumes, muitas vezes acabamos por cair nessa arapuca chamada família. Sendo assim, vamos em direção ao regresso mental, e nos prendemos as mesmas idéias e costumes que vieram sendo conservados dentro da família a gerações. Família, regras e hereditariedade, fatores terminantes em coibir a nossa vontade própria, ou livre escolha, em defender nosso ponto de vista sobre a estrutura histórica social atual que mantém de pé essa eclosão econômica e social em nossas vidas, responsável pelos distúrbios dentro e fora do nosso intimo universo.
A importância na valorização de nossas idéias sobre determinadas questões é de por em relevância casos omitidos por sua própria origem - a civilização - a respeito de sua cultura e tradições, e principalmente sobre os meios pelos quais percorre-se a fim de justificar o efeito final de seus atos, e o motivo pelo qual continua a agir como: o tiro e o alvo. Partindo de que, a alienação é afetuosa para poucos - esses seriam as pessoas que mistificam ou endeusam suas crenças afim de preservar e persuadir não só a si mesmo como as outras pessoas de que qualquer outro tipo de opinião que se contraponha a seu ideal é de qualquer forma deprimente quando posta em prática. As idéias contrárias são fortemente oprimidas com o objetivo que nos sujeita em abdicarmos-nos de toda outra forma que retruca o seu desígnio ideológico. Alienação respira em nossos costumes, em nossas tradições e em nossas idéias, alienação não está restritamente ligada apenas ao fato de nos prendermos em um mundo no qual circula informações que melhor nos agrada, pois alienação é a falta de impulsividade do natural e a ausência do anseio critico encima do incômodo e do que nos convém. Chega a ir mais além o conceito de “alienação”, seria não somente a falta de discernimento dos fatos que constrói/destrói o cotidiano, mas também seria o fato de nossas ações práticas serem executadas sempre com base em um mesmo plano, sob as mesmas regras e em uma perspectiva única. Agir automaticamente, condicionado a uma cadeia de sistemas destrutivos e viciosos culpado pelo no que se resulta, no ápice infortunado pela a alegria artificial – por se completar com a artificialidade materialista, ao invés do natural. Máquinas com um comportamento correspondente no que se diz em seu manual, incansavelmente mostrando-se ser a configuração atual da vida humana. Coordenadas por uma força matriz, coagindo seu funcionamento(comportamento) de igual para igual entre elas, as máquinas.
A educação rege a economia, estreita a relação “do viver “ e “do consumir”, singulariza cada vez mais a importância da apropriação irracional de bens desnecessário a essa vida temporariamente desvalorizada por seu próprio bem-estar. Ensinados sobre a importância da existência de uma sociedade, e de estarmos inseridas nela, e que para que sejamos ou façamos algo significativo temos que manter uma relação pacifica com a sociedade, pois ela é o intermédio entre a ética e o dinheiro, e se por acaso for de nossa vontade ser proprietário de uma concentração demasiada de dinheiro - em sua matéria bruta ou transformado em mercadorias de pequeno, médio ou grande porte – devemos manter essa relação podre entre o falso, o justo e o autoritário. Uma vida abreviada em regras, tradições e cultura. Família um mal de todos os séculos.

terça-feira, 19 de junho de 2007

(algumas pedradas amais)


Esperar é reconhecer-se incompleto


Evidentemente estaríamos sujeitos a transtornos íntimos e sociais se por acaso não entregássemos uma parcela do nosso tempo, por mínima que fosse, para uma alto-avaliação. Seríamos controvérsias banhadas a ouro. Mas por mais que saibamos dessa negatividade impulsionada pelo pessimismo e pela comodidade - o que nos impede de criarmos e a darmos formas ao nosso imaginário - continuamos a mantê-la viva. Comodismo em questionar regras que estão inseridas dentro e fora de nossos bolsos. Enxergar um horizonte e questionar sua existência para que o próximo a ser avistado venha a ser menos complexo em seus minuciosos detalhes. Toda essa incapacidade impregnada em nossas roupas, confunde o certo e o errado, nossa autonomia migra para o vazio e assim vivemos como robôs limitados a pífios e mórbidos “prazeres”, e sendo assim, toda aquela conversa de deixar o coração falar mais alto, não passa de mais um dito para o elevar do ego - responsável na modificação do caráter pelo egoísmo.
A razão vem a superar a emoção, embora ela – a razão – muitas vezes se torna o fator crucial para nossas angústias, por agirmos friamente calculando todas defesas possíveis, acabamos por nos privarmos de sensações e experiências que viria a preencher-nos e acabando por nos tornar aptos a organizar e entender melhor nossas ações postas em práticas no dia-a-dia.
Julgar nossas atitudes com base em um único ponto de vista, seria uma auto-afirmação do nosso despreparo para uma crítica construtiva voltada a uma correção ou reconhecimento do que somos, do que fazemos e do que sentimos. È inaceitável o fato de as vezes nos desligarmos de opiniões externas, de pontos de vistas diferentes por mais que sejam o extremo oposto do que idealizamos. Isso só adiantaria um atrofiamento de idéias que nos impediria de participar de momentos discursivos, o qual resultaria na expansão de nossos conhecimentos que fortaleceria ainda mais nossos discursos contestadores da realidade.
Realizações sentimentais condicionados ao material fabricado por uma sociedade cruzada pelo consumismo e mecanização da vida, mostra que somos o que compramos, que nossos prazeres estão inteiramente ligados a essa contemplação materialista, onde sofremos se não consumirmos e sorrimos quando temos o que e a quem ostentar o efeito final de nossas idas a centros comerciais.
Presos a uma cadeia materialista onde o belo transforma-se em feio de acordo com a tendência, a utilidade andando lado a lado com o capitalismo que projeta uma necessidade de consumo sobre uma sociedade mercantil. Padrões são fabricados, implantados, exigidos e aderidos. Participamos da economia mundial, somos a base dessa economia. Ela nos controla, mas nós que a mantemos. Muito se põe como um ponto a ser debatido, muito se fala, muito se lê, mas pouco se faz a favor do que temos como referência do que possa vir a ser uma solução para que se alcance o idealizado.
Subtrair-se de toda essa balbúrdia, que prefiro dar-lhe o nome “regras civilizadoras”, seria dar-se ao prazer de passar em cada canto, viver em cada segundo, seria conhecer-se subitamente renegando as suas crenças condicionadas à tarefa de valorizar e vitalizar costumes contemporâneo comportamentais que seria mais uma alternativa achada pela sociedade para manter-nos sob essa apatia insalubre do conformismo, comodismo e um dos principais motivos para a desigualdade e exclusão social, o consumismo.
O recuo aflito com receio do que possa vir a acontecer, é esperar e prender-se à expectativas, o que acabam ocasionando, embora muitas das vezes é difícil evitá-la, em uma desilusão provocadora de um sentimento agonizante.
Esperar não fará diferença alguma, não modificará ou dará credibilidade a nossos atos, apenas nos tornará um recipiente transparente em perfeito estado físico e com uma limpeza impecável por nunca, se quer, ter saído da embalagem, e ali continuando a servir como objeto de consumo, sem sentimentos, vazio e sem a idéia de que prazeres são sentimentos variantes, e que quando reciclados eles perdem sua verdadeira essência.
O velho e o novo procriando em um mesmo corpo que aspira formol.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

vou conseguir


terça-feira, 8 de maio de 2007

A ausência da existência


A perfeita rotina tomou-me, sem dar-me a chance de revidar. Música alta ou poluição sonora se encontram com o suor escorrendo de minha testa. Isso é mais que um pandemonio, é a improdutividade que a meu pescoço leva suas mãos e aperta-o sufocando-me, e dando-me o prazer da sobreviência. Os clichês diários dessa vida civilizada se encontram em cada canto espalhado dentre essas paredes que já demonstram o seu canssaço, percorro por eles na tentativa de alegrar-me com o pouco que tenho. Presenciando um espetáculo grotesco, onde a apatia cativa o público, a verdadeira sabodoria é áquela que inibe nosso gozo, e sem poder sentir e enxergar, as pessoas mantém o reflexo da sabedoria humana vivo em seus corpos. Recorro às minhas espectativas perante nossa história, deixo a impertinência possuir minha mente, a loucura anunciar sua chegada, e a desobediência pede para ser liberta. Construções idologicas desabam quando percebem sua neutralidade, qual seria a minha arma? Mais uma vez me desencontro comigo, relaciono o momento com o parasitismo. Somos lançad?s para cima e para baixo, desorientad?S mantemos nossas idéias, acreditando serem verdades absolutas. Quem me prova está certo? Quem me aprova por está errado? O verdadeiro veste o falso. Nossa falsidade em omitir os fatos serve de veste para confiança. Quem teria coragem de assumir seus atos, todos por completo, sem esconder de si mesm? ? A estruta na qual se baseia a confiança dos tempos modernos destrói nossa capacidade psicológica de encararmos a nossa realidade. E seria hoje a melhor forma que vejo dentro de tudo isso que ainda deveria ser mantida, a transparência.Gozo em ver pessoas em movimento e com animos irredútiveis ao presente, provocando em si mesmas a necessidade do reconhecimento de sua utilidade, de uma auto-afirmação da sua capacidade produtiva em meio ao parasitismo castrador de nossos atos impulssivos que jamais deveriam ser reprimidos, talvez controlados, caso a consequência seja negativamente aceita tanto pelo feitor como pelo receptor. Estou falando sobre a inconsequência de nossos atos que acabam por machucar de alguma forma outras pessoas, e que não venha a ter positivismo algum. Sei que só em escrever esse conceito que tenho - embora poucas vezes consigo leva-lo em consideração - acabo por inimibir de certa forma a espontaneidade nas pessoas. Mas que fique bem claro que temos o que somos, e podemos reproduzir o que somos e aceitar as consequência por sermos o que fazemos. Não reprima seus comportamentos impulssivos e inconsequentes, mas caso queria manter-se dentro de um grupo de pessoas - consideradas amigas ou até mesmo meros seres humanos com os quais as vezes sentimos a necessidade de nos relacionarmos por motivos maiores(2º intenções) - seria bom controlá-los. Seria bom conseguir me manter em um campo produtivo, onde estivesse com idéias fervulhando em minha mente, mas muitas das vezes que penso em produções, sou depredado por uma deficiência que ainda não conseguir abstraí-la, tal deficiência faz parte do ser humano civilizado, estou falando do comodismo, da busca incessante pelo conforto. Acreditamos que o nosso caminho limitasse a morte, porém, eu vejo a improdutividade como um estágio vegetativo do ser humano, no qual acabamos por ficarmos alienados em nossas ações do dia-a-dia, adiamos a chegada da morte.Quando falo em nos mantermos produtiv?s, quero dizer-lhes para evitarmos o descanso, esquivar-nos da inércia. Algo se torna produtivo quando seu efeito objetiva atingir campos externos, que seu sinonimo seja a capacidade de realizar ações que não estejam inclusas no grupo das atividades rotinárias encarregadas de nossa sobrevivência social - atividades(escola, trabalho...) que temos que nos submeter caso queiramos ter recursos para por em prática o que temos em teoria. Estamos sob um regime anti-liberal que muitas vezes acaba sendo usado como um escudo de defesa para justificarmos o fato de não estarmos produzindo. Pessoas que trabalham a semana toda, e no final de semana ao invés de procurarem algo de produtivo para fazer, para sentir sua própria presença no meio dessa balbúrdia social, preferem ir para shows(festas) de bandas com letras/pessoas com postura libertária, e com isso se iludem de que não estão contribuindo com o que nos incomoda - esse sistema autoritário que massifica suas idéias na sociedade - mas seria mera ilusão, pois se você não se opõe a ele produzindo algo que atinja-o intervindo no seu processo de expansão ideológica, acaba se opondo a nós. Falando de um fator que tenho uma maior aproximidade por está frquentemente acompanhando de perto o "desembolar" dessa grande bola de cabelo, os shows de bandas com propostas de levar as pessoas ao campo de contestação e inconformidade com os fatos que os cercam. Hoje em dia se tornou viável realizar um evento musical, e por se tornar tão viável, novos campos surgiram para explorarmos. Com a facilidade que temos atualmente em organizarmos um evento musical, estamos com o corpo livre para nos preocuparmos com as atividades além dáquelas referente a banda, me refiro a palestras, oficinas, debates, etc...Um dia um amigo meu me perguntou por que eu estava sumido dos shows, e o motivo pelo qual isso vem acontecendo é por eu está cansado de ver as mesmas coisas sempre - bandas anciosas para tocar e agradar ao maior número de pessoas possível, e elevar seu nome na lista de "bandas legais". Mas últimamente tenho sentido uma energia das pessoas que me rodeiam, de fazerem eventos extras musicais, e isso tem me alegrado profundamente. Acho que quem se diz preucupar-se com o bem-estar das pessoas, deveriam passar a acentuar essa parte que ainda não está sendo muito explorada, "atividades extras musicais"(hehehe). Procurar fazer um evento que interaja mais com as pessoas, fazendo palestras, oficinas, exibindo videos, distribuindo textos(panfleto), isso tornaria os shows mais interessantes e divertidos.Apesar de eu tanto criticar essa improdutividade musical(hehehe) eu não tenho feito porra nenhuma para que essa situação tenha um fim.Hoje em dia - felizmente - considero uma banda não por sua musicalidade e sim por um conjunto de fatores que a torna um ponto a ser questionado. Então, eu não toco em banda nenhuma (ris ris ris)
- Oi!

- Te conheço da onde?!- Lembra não?

- Claro que não né?! Se eu lembrasse não teria feito essa pergunta.

- Orra, no dia você não tava tão agressiv? assim.

- Não estou e nem sou agressiv?, mas não consigo manter minha paciência com gente incoveniente que nem você

- Vai tomar no cú então!

- Depois eu que sou agressiv? né?

- Não estou sendo agressiv? com você, só estou tentando te agradar a altura.

- Tá afim de andar não? Bater perna puraculá.

- È impressão minha ou você ta me flertando?

- È impressão sua, quem manda ser puritan?.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Assim


nada tem que ser o que é
nós escolhemos o resultado
subordnad a seu prazer
criar ou modificar
temos que nos desligar do que nos submete a viver socialmente

quinta-feira, 5 de abril de 2007

mas não estou conivente


"Vocês falam tanta bobagem,mas não sabem que existe disciplina na sociedade.Peixes tem disciplina,cachorros tem disciplina..."

Engraçado a forma que vemos tais questionamentos quando temos um certo tipo de conhecimento que leva-nos a conclusão que nos coloca no lado oposto dessa cadeia social seletiva.Enxergamos com olhos diferentes ,pontos de vistas diferentes com força suficiente para apontar para qual lado não conseguiríamos sequer respirar.Acreditando em uma mudança social,pessoas se submetem ao encanto solidário que nos leva a crer que ali existe uma semente a ser cultivada,que ali existe uma mudança a se consolidar.Para mim é apenas mais uma "política de boa vizinhança",essa solidariedade moldada por segundo interesse.Supõe conformismo,comodidade e ilusão de que com esse "pequeno ato".Como el?s costumam dizer em propagandas televisivas.Milhões de pessoas sairão desse cerco que perpetua sua vida à miséria.
Dentre as mais diversas formas na qual exita algo a se acreditar,essas pessoas que tanto se importam com a vida humana preferem manter-se no conforto "boa ação do dia", e assim permanecem com uma boa imagem nos dois lados da moeda.As vezes fico olhando como as pessoas são tão fracas,basta fazer algum projeto que distribua dinheiro, e logo veremos uma multidão apaludindo com BASTABRE entusiasmo a mais, uma vitória da união do povo sofrido.Enquanto houver passividade haverá exploração.é como dizem aqui e aculá: " Não caia de quatro pelo poder".
O capitalismo nos permite enxergar uma nova ética que tenta omitir os fatos obrigando-nos a trabalhar sem savermos ao certo se estamos trabalhando a nosso beneficio para que sobrevivamos, ou estamos desempenhando a tarefa de milhões de engrenagens,pois nos tornamos uma peça fácil a ser movida de um lado para outro.
A dignidade de uma pessoa reflete no trabalho árduo, onde somos frequentemente explorad?s e dificilmente fazemos ou ao menos tentamos fazer algum movimento para que esssa situação mude.E isso acontece devido aos valores sociais que pregamos e defendemos.
O poder de persuasão-com base na lei do mais forte-funciona com bastante eficiência por sermos frágeis e converncid?s de que necessitamos del?s para vivermos,mas vejo isso como elementos pré-dispostos a auto-destruição, caso resolvam separar-se um do outro.Uma vez que passamos a defender de algo nos tornamos autodestrutivos.Acreduto que a melhor forma de autodestruição a seguirmos seria aquela que provoca distúrbios mentais,físicos e sociais.Se queres manter uma sociedade digna de sua existência,boicote a sí próprio,pois o ser humano é um mal para as demais vidas aqui existentes.A outra face da autodestruição seria aquela hipocrita,pessoas permanecem semeando e desfrutando do seu próprio veneno e incubrindo os malefícios com dinheiro distribuido em entidades gorvenamentais(ou não) . É como dizem: "... a queda do rei de terno,morto por seu próprio veneno".Lembrando que existe pessoas que mesmo sem contribuir diretamente a essas entidades,elas provocam a auto-destruição através do consumo desenfreado/desnecessário.
Seria legal se essas ações atingissem diretamente a nós mesm?s-seres humanos-mas apartir do momento em que tentamoms modificar a estrutura de algo que discordamos,acabamos por atingir não só internamente como externamente também, sendo que as vezes nossas ações podem resultar em soluções positivas ou negativas.Exemplo claro seria essa história que tanto tem sido abordada pelos programas jornalísticos,que é o "efeito estufa".E isso mostra o quanto o ser humano foi e continua sendo demagogo,pois, quando se trata de algo que será para seu próprio benefício,logo é colocafo em frente da sua culpa,discursos que explicam os fatos pelos quais nos submetemos a aceita-los.Se queremos uma vida mais sofisticada,seremos obrigad?s a ceder.Acho que as pessoas deveriam experimentar um café feito no cuador.
A disciplina exigida e imposta por valores sociais,nos enquadra em suas regras por esse complexo e maleável sistema autoritário que visa a dissipação de uma futura aceitação e praticidade que teremos em obedecer.
A obediência é um dos principais motivos de nos manter-mos presos a certos valores,esses puritanos ou não, capazes de distorcer o nosso raciocínio e com isso nos leva a rotina que é um dos elementos fundamentais para que caiamos na comodidade. As pessoas chegaram a tal nível que não sentem mais as suas pernas quando se estão andando.Perderam se lado perceptivo.Continuam a percorrer pelo mesmo caminho e a fazerem as mesmas coisas todos os dias,isso reprime prazeres qye poderiam ser sentidos e tornado seus momentos únicos, e dariam sentidos ao que algumas pessoas custumam dizer " Viva casa momento da vida". É isso que vejo, muitos ditado "populares" que são brutalmente contraditórios.
É difícil você encontrar uma pessoas que tenha capacidade física e mental de subverter as ordens das coisas, colocando-se muitas vezes como alvo de tosa sociedade,já que assim terá de ser caso queira poder apalpar a vida, sentir-se vivo.Terá de contestar tudo e tod?s.
A subversão vai mais além do que nós imaginamos, ela seria a auto-destruição coluntária no praticante e involuntária nos espectadores despercebidos em seu ambiente.
A sociedade tem padrões a seguir,tem disciplina a ser ensinada e exigida,e nós desde o momento em que abrimos os olhos pela primeira vez,começamos a vivenciar um padrão de vida que a sociedade comporta quando reprimem nossos desejos,atrofiam nossa criatividade com intuíto de nos vestir a caráter da festa.Querem que ponhamos em prática regras que nos tornarão sociáveis e coniventes ai que se diz respeito ao convívio social.
E é assim que ela- a sociedade- deseja que fiquemos,dominad?s.