
O consumo, um fator perdurável ao longo da história da civilização que deve ser desfragmentado para que, com exatidão, entenda-se sua lógica e o motivo pelo qual vem se desenvolvendo paralelamente com a civilização.
O mercado mundial tornou-se a esfera na qual as diversas civilizações que completam o planeta, desenvolvem-se. Toda e qualquer que seja a atitude tomada com relação a uma mudança impessoal ou restritamente voltada para a sociedade designam-se das condições financeiras permissíveis a tais mudanças, o que indica a capacidade de manter um padrão de vida estável. Ao comprar uma casa devem-se ser analisados com antecedência os gastos a serem investidos na manutenção da casa, assim também funciona com outros bens de consumo próprio.
Ao consumir determinado produto investe-se, indiretamente a ponto de vista comercial, em cima da empresa responsável pela produção do produto o qual se foi investido uma parcela do dinheiro pessoal adquirido mensalmente. O ato de investir significa está financiando e atribuindo mais recursos financeiros para que se possa manter aquele produto e sem ter quebra na margem de lucro.
O progresso cada vez mais rápido devido à demanda que vem crescido aceleradamente por motivo do aumento populacional, se expressa, em sua grande parte nas mudanças drásticas ambientais e sociais e no declínio de atividades econômicas sustentáveis.
Recentemente podem ser analisados os sistemas responsáveis pela nossa permanência (os agentes biológicos), estão se mostrando cada vez menos compatíveis com a demanda mundial. O forte avanço tecnológico impulsionando o crescimento industrial, que consequentemente acaba por avançar sobre áreas agricultáveis que poderiam,estas, suprir a necessidade primaria para que vivamos, a alimentação.
Progredindo tecnologicamente, é possível manter oculto os problemas ambientais. Os agentes biológicos são as principais fonte de renda mundial, uma vez que essa fonte se torne exaurível ou torne-se incapacitada de atender a essa grande demanda, isso acarretará em um colapso econômico que por vez resultará em um distúrbio social, devido à precariedade que se encontrará a grande maioria da população.
O consumo, desde que se foi presenciado a primeira ação de comercialização, tem o objetivo de esconder as necessidades básicas de uma sociedade para que não haja uma limitação e ou queda de lucro. Uma estratégia adotada pela lógica capitalista, o consumo é a principal ferramenta para que seja possível a existência desse sistema mercadológico cujo objetivo é o aumento anual do capital, independentemente da força e estratégia que será necessária para que se torne possível alargar a margem de lucro.
Um estudo é feito sobre as necessidades básicas de uma sociedade, e em cima desse estudo formatam-se meios para que novos “desejos de consumo” sejam introduzidos e faça com que aqueles produtos recém produzidos sejam o preenchimento e anseio da sociedade. E isso torna cada vez mais uma sociedade ociosa, pois, se é trabalhada a praticidade a qual será desempenhada determinada função após a aquisição de determinado produto, e isso enfraquece nosso raciocínio e reduz-nos cada vez mais a um robô, que atende a comandos e não tem capacidade de reproduzir suas vontades próprias sem que haja uma força maior para ajudá-lo. À medida que se consome, cria-se a necessidade de novos produtos, pois o consumo é um desejo passageiro – a partir do momento em que consome um vazio é preenchido temporariamente, mas no passar do tempo partiremos a novos anseios.
O consumo não só responde pelo distúrbio econômico como também pelo distúrbio social, é característica de uma sociedade o ladrão roubar para manter uma necessidade pessoal, essa necessidade liga-se ao consumo. Embora cada caso exista uma justificativa, o fato de que a sociedade se encontra produzindo seu próprio veneno, hoje em dia é possível entender o motivo pelo qual se tem presenciado tanto casos de assalto. A exclusão social criada pelo consumo, onde uma pequena parcela da população desfruta de regalias e ou oportunidade para a consumação desenfreada e de artigos de alto valor aquisitivo. E quando há demanda maior sobre um determinado produto, a tendência é que a sociedade (aqueles que tiverem um poder aquisitivo que o possibilite de comprá-lo) consuma-a, levando aquele produto a seu ápice, e a partir desse momento a sociedade passa a interagir inteiramente com a moda, onde as pessoas se sentirão excluídas por não estarem dentro daquele padrão estabelecido pela sociedade. A principal característica da moda é a facilidade que se tem em manejar o percurso pelo qual a sociedade tenderá a caminhar. Impondo regras que, consequentemente estabelece um padrão (de beleza ou outro tipo de padrão que também responda pela exclusão social) que nele estará incluso somente quem estiver de acordo com as regras estabelecidas pelo mesmo. Isso estimula o sentimento de inferioridade social, atribuindo suas fraquezas ao fato de está à margem da sociedade, sem perspectiva de mudança social por meios, digamos que, menos desonestos do que o próprio roubo, reconhecido pelo código penal como uma infração. O trabalho “rentável”.
O consumo desde os seus primeiros anos mostrou-se ser capaz de controlar uma nação, é um sentimento banalizado. Se compras estás financiando.
O primeiro passo para a desconstrução do capitalismo, seria, questionar o motivo pelo qual se está consumindo.
O mercado mundial tornou-se a esfera na qual as diversas civilizações que completam o planeta, desenvolvem-se. Toda e qualquer que seja a atitude tomada com relação a uma mudança impessoal ou restritamente voltada para a sociedade designam-se das condições financeiras permissíveis a tais mudanças, o que indica a capacidade de manter um padrão de vida estável. Ao comprar uma casa devem-se ser analisados com antecedência os gastos a serem investidos na manutenção da casa, assim também funciona com outros bens de consumo próprio.
Ao consumir determinado produto investe-se, indiretamente a ponto de vista comercial, em cima da empresa responsável pela produção do produto o qual se foi investido uma parcela do dinheiro pessoal adquirido mensalmente. O ato de investir significa está financiando e atribuindo mais recursos financeiros para que se possa manter aquele produto e sem ter quebra na margem de lucro.
O progresso cada vez mais rápido devido à demanda que vem crescido aceleradamente por motivo do aumento populacional, se expressa, em sua grande parte nas mudanças drásticas ambientais e sociais e no declínio de atividades econômicas sustentáveis.
Recentemente podem ser analisados os sistemas responsáveis pela nossa permanência (os agentes biológicos), estão se mostrando cada vez menos compatíveis com a demanda mundial. O forte avanço tecnológico impulsionando o crescimento industrial, que consequentemente acaba por avançar sobre áreas agricultáveis que poderiam,estas, suprir a necessidade primaria para que vivamos, a alimentação.
Progredindo tecnologicamente, é possível manter oculto os problemas ambientais. Os agentes biológicos são as principais fonte de renda mundial, uma vez que essa fonte se torne exaurível ou torne-se incapacitada de atender a essa grande demanda, isso acarretará em um colapso econômico que por vez resultará em um distúrbio social, devido à precariedade que se encontrará a grande maioria da população.
O consumo, desde que se foi presenciado a primeira ação de comercialização, tem o objetivo de esconder as necessidades básicas de uma sociedade para que não haja uma limitação e ou queda de lucro. Uma estratégia adotada pela lógica capitalista, o consumo é a principal ferramenta para que seja possível a existência desse sistema mercadológico cujo objetivo é o aumento anual do capital, independentemente da força e estratégia que será necessária para que se torne possível alargar a margem de lucro.
Um estudo é feito sobre as necessidades básicas de uma sociedade, e em cima desse estudo formatam-se meios para que novos “desejos de consumo” sejam introduzidos e faça com que aqueles produtos recém produzidos sejam o preenchimento e anseio da sociedade. E isso torna cada vez mais uma sociedade ociosa, pois, se é trabalhada a praticidade a qual será desempenhada determinada função após a aquisição de determinado produto, e isso enfraquece nosso raciocínio e reduz-nos cada vez mais a um robô, que atende a comandos e não tem capacidade de reproduzir suas vontades próprias sem que haja uma força maior para ajudá-lo. À medida que se consome, cria-se a necessidade de novos produtos, pois o consumo é um desejo passageiro – a partir do momento em que consome um vazio é preenchido temporariamente, mas no passar do tempo partiremos a novos anseios.
O consumo não só responde pelo distúrbio econômico como também pelo distúrbio social, é característica de uma sociedade o ladrão roubar para manter uma necessidade pessoal, essa necessidade liga-se ao consumo. Embora cada caso exista uma justificativa, o fato de que a sociedade se encontra produzindo seu próprio veneno, hoje em dia é possível entender o motivo pelo qual se tem presenciado tanto casos de assalto. A exclusão social criada pelo consumo, onde uma pequena parcela da população desfruta de regalias e ou oportunidade para a consumação desenfreada e de artigos de alto valor aquisitivo. E quando há demanda maior sobre um determinado produto, a tendência é que a sociedade (aqueles que tiverem um poder aquisitivo que o possibilite de comprá-lo) consuma-a, levando aquele produto a seu ápice, e a partir desse momento a sociedade passa a interagir inteiramente com a moda, onde as pessoas se sentirão excluídas por não estarem dentro daquele padrão estabelecido pela sociedade. A principal característica da moda é a facilidade que se tem em manejar o percurso pelo qual a sociedade tenderá a caminhar. Impondo regras que, consequentemente estabelece um padrão (de beleza ou outro tipo de padrão que também responda pela exclusão social) que nele estará incluso somente quem estiver de acordo com as regras estabelecidas pelo mesmo. Isso estimula o sentimento de inferioridade social, atribuindo suas fraquezas ao fato de está à margem da sociedade, sem perspectiva de mudança social por meios, digamos que, menos desonestos do que o próprio roubo, reconhecido pelo código penal como uma infração. O trabalho “rentável”.
O consumo desde os seus primeiros anos mostrou-se ser capaz de controlar uma nação, é um sentimento banalizado. Se compras estás financiando.
O primeiro passo para a desconstrução do capitalismo, seria, questionar o motivo pelo qual se está consumindo.




